E quando não havia mais nada para desistir. Não haviam mais historias para contar ou mais fins para desejar, desejei apenas partir. Porque, afinal de tudo, o meu fim era para ser escrito sozinha. E assim o fiz. Não há arrependimentos nem sentimentos abanonados. Não existem recordações à deriva nem beijos esquecidos. Simplesmente não existe nada. Apenas uma vaga memoria de um dia ter pertencido a uma historia que não era minha. Apenas uma vaga lembrança de que um dia Amei uma Pedra. Mas era uma simples Pedra no meu caminho.
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